O coração humano e o egoísmo nos relacionamentos de amor
Estive pensando em quantas mensagens, estudos, conselhos, cursos sobre relacionamentos e especificamente casamento já existem por aí. Vou citar alguns: Casamento Blindado, as pregações do pr.Claudio Duarte e do pr. Josué Gonçalves, O Movimento Escolhi Esperar, testemunhos como de Eyshila, Helena Tannure, os programas Sem Tabus e Consultório de Famílias (Darleide Silva), cursos como Casamento e Família,sites como Familia.com.br, Sempre Família ...Augusto Cury, Gary Chapman e outros nomes de autores surgem no Google quando se procura o tema. Nunca se buscou tanto orientação em literaturas e videos, audios como hoje em dia e nunca se teve tanto material ao dispor de tantos casais e de pessoas solteiras querendo se preparar para o casamento.
Mas, o que isso tem a ver ? Afinal os índices de divórcio só aumentam a despeito de tantas informações...
Bem, de fato de nada adiantam tantas mensagens e ensinos se não entendermos antes de tudo que o coração humano é muito teimoso e se inclina pra um lado mais egoísta do que o necessário para um relacionamento ser considerado saudável.
Egoísta, quem? Eu?
Sim. Você. Todos nós.
Se pararmos pra pensar bem honestamente, todos os nossos atos diários tem a tendência a nos levar para um lado que busca nos satisfazer de alguma maneira. Queremos estar bem, confortáveis e, tudo que nos leve ao contrário disso, nos faz ,no mínimo, protestar bastante.
Pois bem, querido leitor, no casamento não é diferente!
A nossa tendência é buscar o que mais nos satisfaça e seja mais vantajoso dentro da relação a dois.
Queremos muito e fazemos de tudo pelo ser amado, mas muitas vezes como uma forma de segurar este ser ao nosso lado pois o pior que pode acontecer é perdê-lo. E isso dói. Dói pra quem? Para mim, ora. Para quem perde. E não queremos perder o outro. Não quero ficar sem o outro pois "isso doerá em mim".
No artigo de Psicologia entitulado Eu-Tu uma Fenomenologia do Amor encontrei umas reflexões interessantíssimas trazidas pelo professor Edson Taumaturgo:
"(..)Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.O amor deseja a liberdade desse tu-amado, levando-o a sua própria liberdade de escolha de caminhos, tornando-o, este outro, responsável por sua própria atitude."
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.comv
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.comv
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Não se pode falar da inter-relação homem-mundo na fenomenologia, sem se opor a exacerbação do individualismo, característica contrária manifestada através do amor. Assim, o amor seria uma relação de reciprocidade, liberdade e responsabilidade na apresentação total da pessoa diante da outra.
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Fonte: https://psicologado.com/abordagens/humanismo/eu-tu-uma-fenomenologia-do-amor © Psicologado.com
Isso quer dizer que o amor pressupõe antes de tudo,deixar o outro livre mesmo que isso signifique que tenhamos que deixar ir... Esse é o tipo de amor que está mais outrocentrado do que egocentrado (falei bonito né?) ...bem, é o mesmo que ser "altruísta".
A Biblia diz também algo bem parecido. Deus amou o mundo e por isso deu*, (tipo assim 'é óbvio = se ele amou, ele ofereceu!' ), Ele entregou seu Filho por nós- objetos do seu amor. O amor não é algo que entramos procurando só o que vamos receber de bem com ele, mas , antes de tudo, o que daremos pelo bem do outro. E isso em todas as relações humanas. (*Confiram o restinho do versículo bíblico de João 3.16)
Por isso o casamento se torna um desafio grande principalmente se queremos realmente viver o amor. Afinal, este conceito bíblico de amor anda na contramão da nossa tendência natural humana. Ele nos leva a um caminho de renúncia, de buscar o bem do outro, de muitas vezes se necessário morrer pra si e fazer o outro feliz... Nossa carne diz o contrário, queremos o que nos dê alguma garantia, queremos receber, queremos conforto, esforço-zero. Amar é, definitivamente, algo para corajosos.
Então , é importante que este aspecto do amor seja percebido e compreendido antes de decidir-se pelo casamento. Amar é uma escolha diária, um desafio de cada dia. Mas ao mesmo tempo, o amor faz bem ao ser amado e faz crescer ao ser que ama. No fim das contas, dar amor querendo o bem do outro nos traz também muito bem também. Só temos a ganhar!
Não estou aqui defendendo que a gente tem só que dar e dar e dar. Não. A máxima de Cristo é "amarás ao próximo como a ti mesmo" (Mateus 22.39). Ou seja, tem que se ter um mínimo de amor próprio para podermos amar o outro. Isso é inquestionável.
Mas somente quando entendemos nossa inteireza, por aprendermos a nos amar e nos aceitar é que teremos mais condições de amar um outro que exigirá de nossa auto- renúncia muitas vezes, nossa capacidade de cessão ao outro (substantivo referente ao verbo "ceder"- este blog também é cultura!) e buscar fazer o outro feliz.
Por isso, por mais que tenhamos à nossa disposição tantos bons materiais pra casais e famílias, é fundamental que cada indivíduo esteja disposto a abrir o coração e abandonar os apelos do ego de querer fazer as coisas do seu próprio jeito e pedir Deus quer ajude-o a aprender e pôr em prática os ensinamentos que Ele traz sobre como trabalhar em prol do bem do outro e crescer em amor.
O lado bom é que se um homem que aceita o desafio de amar se casa com uma mulher que também o aceita teremos uma cumplicidade que se completará, quando este homem batalhar pela felicidade dela e vice-versa. Não haverá brechas e o ciclo do amor se manterá.
Claro, há casamentos em que alguns amam sozinhos e neste caso lamentamos o desafio daquele que ama, mas uma coisa é certa, dificilmente quem semeia amor não colhe algo bom no final. Mas aí já é um assunto pra outro artigo. Fica a ideia!
Concluindo, então, o casamento deve ser feito junto com a decisão de amar. O fundamento do amor verdadeiro traz elementos que vão contra a tendência natural egoísta do ser humano. é preciso decisão e esforço. Logo, amar, é um desafio, sem dúvida, mas é bem verdade que quem opta pelo amor terá muitos benefícios a longo prazo.
Coisas que Ily e Tk estão aprendendo aos poucos e com paciência, dedicação e vontade e principalmente com a ajuda de Deus, estamos conseguindo!Eeeeee...!
Até à próxima pessoal,
Ilana Nascimento Sabino.
imagens: 1.estilo.uol.com.br2014/01/16/casal-que-se-ama-mas-nao-se-entende-deve-terminar.htm
2.https://br.pinterest.com/pin/515169644856051033/


Comentários
Postar um comentário
Comentários, sugestões ou críticas...este é o lugar: